quarta-feira, 28 de novembro de 2018

SindimotoSP leva Rappi para negociação no Ministério do Trabalho e Emprego e cobra fiscalização mais efetiva contra à empresa

Depois de uma manifestação dos motoboys da Rappi, que tem precarizado as relações trabalhistas, e o fato da empresa não atender a solicitação dos companheiros, o SindimotoSP na defesa do trabalhador motociclista denunciou a Rappi e a levou ao Ministério do Trabalho e Emprego - Superintendência Regional do Trabalho (MTE) para reunião de mediação para reverter diminuição do valor da corrida paga ao motoboy, além de outras situações como as péssimas condições de trabalho, baixa da qualidade de vida do motociclista profissional, aumento da jornada de trabalho e de acidentes no trânsito.

O SindimotoSP reivindicou o reajuste imediato da tarifa repassada ao trabalhador, mostrou também aos representantes do MTE que existe vínculo empregatício entre Rappi e motoboys conforme processos trabalhistas julgados pelo próprio MTE, que há flagrante desrespeito e descumprimento da Rappi em relação as Leis Federais 12.009, 12.436, 12.997, as Resoluções 356 e 410 do Contran, além da Lei Municipal 14491.

O SindimotoSP também solicitou ao MTE que não haja intermediação da Smart MEI que cobra 3,99 dos motoboys além de uma segunda taxa mensal. Ambas tarifas cobradas do trabalhador diminui mais ainda os ganhos justamente de quem corre os maiores riscos nessa relação trabalhista: o motoboy.

O SindimotoSP também denunciou ao MTE que a empresa ao ser questionada pelo trabalhador sobre seus direitos, o exclui da plataforma.

O SindimotoSP também levou ao conhecimento dos representantes do MTE que os motociclistas profissionais da Rappi arcam com todos os custos para exercerem a profissão, como seguro de vida, manutenção da motocicleta, equipamentos de segurança e até com o prejuízo quando suas motocicletas,  único bem do trabalhador, são roubadas.

Por fim, o SindimotoSP pede ao MTE que haja uma fiscalização mais efetiva na Rappi pela prática do dumping social e levará a outras seções do Ministério do Trabalho e Emprego - Superintendência Regional do Trabalho - Gerência Regional do Trabalho e Emprego mais demandas do trabalhador motociclista.








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