terça-feira, 12 de junho de 2018

A importância do uso do capacete para o motociclista


Somente até abril de 2018, a motocicleta foi o veículo com o maior número de indenizações pagas pelo Seguro DPVAT. Neste curto período de tempo, 6.125 motociclistas perderam a vida no trânsito brasileiro e outros 66.462 adquiriram sequelas permanentes. Os dados alarmantes são da edição de abril do Boletim Estatístico da Seguradora Líder, empresa responsável pela operação do Seguro DPVAT no Brasil.

Pensar no que pode ser feito para alterar essa realidade é um grande desafio que começa pela adoção de medidas de segurança consideradas simples pelos motociclistas, como o uso do capacete.

A obrigação deste importante instrumento de segurança surgiu junto com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em 1997. Desde então, para circular nas vias públicas, seu uso é obrigatório tanto para condutor quanto para passageiro da motocicleta, motoneta, ciclomotor, triciclo e quadriciclo motorizados, devidamente afixado na cabeça pela cinta jugular e engate por debaixo do maxilar. Nos termos de legislação, em 2013, o uso do capacete ganhou novas vertentes: a Resolução nº 453/2013 veio para disciplinar o seu uso, estabelecendo quais modelos são permitidos e quais são proibidos.

Os capacetes do tipo “coquinho” foram proibidos pela legislação, já que não atendem os requisitos mínimos de segurança. A eficácia do uso do capacete é comprovada através de estudos que demonstram que seu uso previne cerca de 69% dos traumatismos crânio-encefálicos e 65% dos traumatismos da face. No entanto, para assegurar essa proteção, o ideal é escolher bem o modelo.

Algumas dicas são comprar capacetes apenas com o selo do Inmetro, de cores claras para facilitar a visibilidade, além de evitar adquirir capacetes usados.

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