quinta-feira, 6 de julho de 2017

Motociclistas da Loggi estão descontentes com injustiças cometidas pela empresa

Há estórias que o SindimotoSP se vendeu e não fará mais manifestações ou paralisações. Mentira deslavada essa, plantada para enfraquecer o SindimotoSP, fato que não acontecerá. O SindimotoSP continuará defendendo o trabalhador motociclista de aplicativo doa quem doer e prepara novas ações para que o motociclista profissional da empresa seja respeitado.

JUNTOS SOMOS MAIS FORTES!

Não é de hoje que os motofretistas da Loggi estão descontentes com o descaso da empresa em relação aos direitos deles que, atualmente se veem presos em um regime de escravidão. Para se ter uma ideia, o motociclista recebia cerca de R$ 22,00. Em agosto de 2017, esse valor não passará dos R$ 15,00, ou seja, aumentará o tempo de serviço (mais do que já é hoje - cerca de 10 horas), o volume de entrega e diminuirá o salário.

A empresa não segue os acordos coletivos do SindimotoSP nem como parâmetro e retrocede todos os direitos adquiridos pelo motociclistas profissionais no decorrer do tempo. Precariza também as relações de trabalho não oferecendo VR, Cesta-básica, Convênio Médico ou, sequer, um banheiro para os motociclistas que aguardam na rua, sob sol ou chuva, uma corrida.

Em novembro de 2016, o SindimotoSP fez grande paralisação em São Paulo com os motociclistas da Loggi e denunciou a empresa no Ministério Público do Trabalho (MPT) e no Ministério do Emprego (MTE). A empresa teve que manter os valores pagos, criar uma comissão de trabalhadores para discutir as relações de trabalho e ficou sujeita a uma fiscalização do MTE, o que não aconteceu até hoje, mesmo com a insistência do sindicato. Com o tempo, a Loggi destituiu a comissão de trabalhadores, reduziu o valor da corrida e desrespeitou acordos feitos no MPT e MTE.

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