quarta-feira, 5 de agosto de 2015

SindimotoSP, motofretistas, mototaxistas e motociclistas em geral estão decepcionados com GT criado pela prefeitura de SP para discutir problemas do setor de duas rodas. Quase um ano depois, pouco foi feito.

SindimotoSP reivindicou em tarde histórica direitos dos motofretistas da capital. Falta de resultados práticos pode trazer de volta insatisfação dos profissionais do setor.

A tarde do dia 26 de agosto de 2014 ficou marcada na história do motofrete paulista com mais uma vitória do SindimotoSP contra a indiferença da prefeitura de São Paulo em relação ao setor que emprega, só na capital, cerca de 220 mil profissionais. Naquela época, foram retiradas as motofaixas da Rua Vergueiro e Avenida Sumaré, bem como bolsões de estacionamento para motofretistas no centro da cidade. Em parte desses locais foram construídas ciclofaixas que não são usadas como já comprovado por reportagens de grandes emissoras de tv, rádio e jornais impressos. Essas alterações também deixaram na mão, os motociclistas que usavam alguns desses benefícios (como a motofaixa), para locomoção.

No dia do protesto, o SindimotoSP foi recebido por representantes do governo municipal que disseram estar sensibilizados com a situação. Semanas depois, uma portaria municipal criou um grupo de trabalho específico para discutir os problemas do setor e encontrar soluções rápidas.

Porém, quase um ano depois da criação do grupo de Trabalho (GT), pouco (ou quase nada) se fez pelo motociclista profissional da cidade que está abandonado pelo poder público municipal, sem melhorias, sem benefícios e o pior: sem segurança para exercício da profissão.

A principal reivindicação, que é a construção e normatização de faixas de segurança com sinalização, sequer saiu do papel. As reuniões entram e saem, nada avança, muita conversa, poucos resultados. O SindimotoSP, declarou em última reunião realizada recentemente, sua desmotivação e reivindicou que a prefeitura fizesse seu papel, como por exemplo, dar embasamento técnico a faixa de segurança e apresentar a proposta da faixa de segurança ao Denatran.

Outras reivindicações do SindimotoSP que estão em “gavetas” são:

1.    Mais bolsões de estacionamento para motofretistas (não apenas 3)
2.    Criação de programa de proteção ao motociclista
3.    Fiscalização regular nas empresas clandestinas
4.    Campanha educativas e de orientação para o setor

Clique aqui e veja reportagem especial sobre mega protesto contra fim da motofaixa e bolsões de estacionamento

Clique aqui e veja portaria que criou Grupo de Trabalho

Clique aqui e veja imagens da manifestação

Quando chamada, categoria comparece em peso e mostra união.

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