segunda-feira, 27 de julho de 2015

Fim de férias escolares: época em que número de acidentes com linhas de pipas com cerol envolvendo motociclistas aumenta. Fique alerta.

O uso da antena corta pipa nas motocicletas dos motociclistas profissionais é obrigatório e excelente forma de evitar acidente que pode ser fatal. 

Esse tipo de acidente sempre aumenta no fim das férias porque é a data que muitas crianças estão voltando de viagens e somam-se as que já estão em suas casas. Os incidentes fatais acontecem mais nas periferias e rodovias perto de comunidades carentes.

O SindimotoSP orienta que, se o motociclista tomar alguns cuidados, pode evitar o acidente.
Uma solução simples e obrigatória é a instalação de antenas corta pipa. De baixo custo, elas podem salvar vidas. Seu uso, para o motociclista profissional, é obrigatório segundo à Lei Federal 12009. A instalação da antena, desenvolvida em alumínio, é feita com braçadeiras presas ao guidão, na base do retrovisor. Outra situação é reduzir a velocidade nesses lugares e observar se há grupo de crianças soltando pipas. Caso perceba, o motociclista deve ficar atento.

Leis não impedem prática

O governador Geraldo Alckmin sancionou Lei Estadual, em 2006, que proíbe a comercialização e a utilização do cerol no Estado de São Paulo. A multa para quem for flagrado usando ou comercializando o produto é de R$ 70,00, mesmo assim, crianças, adolescentes e até adultos, usam o artefato. "O que falta é conscientização que deve começar com os adultos e seguir para os mais novos", diz Gilberto Almeida dos Santos, presidente do SindimotoSP.

Em âmbito federal, o Código Penal prevê prisão de 3 meses a 1 ano para quem expõe a integridade física das pessoas. A multa para quem for pego usando ou mesmo vendendo o cerol pode variar de R$ 200 a R$ 1,5 mil.

Já a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados Federais aprovou projeto que proíbe a utilização de linhas cortantes com cerol ou qualquer substância semelhante. A proposta altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) para tipificar como crime a fabricação, importação e comercialização do cerol e linha chilena, assim como o porte desse material em vias e locais públicos.











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