terça-feira, 16 de junho de 2015

SindimotoSP em 12 meses aumenta 42% o salário do motofretista

Várias categorias fizeram greves, paralisações e protestos pelo Brasil reivindicando aumentos salariais e pouco conseguiram. O SindimotoSP, porém, de 2014 para 2015 conseguiu elevar o salário dos motofretistas de R$ 1.080,00 para R$ 1.460,16 (apenas piso e periculosidade). Somando os benefícios, o motociclista profissional recebe atualmente R$ 2.306,39.

Piso salarial para Motofrete setor Dia – Estado de SP* 2015/2017

Descrição
2015 / 2017
(valores em R$)
Piso
1.123,20
Adicional Periculosidade
   336,96
Aluguel da Moto
   522,23
VR
   264,00
Cesta Básica
     60,00
Total Salário
2.306,39

*Consulte cidades que estão sob jurisdição sindical do SindimotoSP

Vale ressaltar que o governo federal reajustou para esse ano o valor do salário mínimo nacional para R$ 788,00 e o governo do estado de São Paulo aumentou o salário mínimo estadual a determinadas categorias para R$ 905,00 e outras R$ 920,00 conforme texto abaixo.   

Piso Salarial de R$ 905,00 para algumas categorias profissionais em São Paulo para 2015: trabalhadores domésticos, serventes, trabalhadores agropecuários e florestais, pescadores, contínuos, mensageiros e trabalhadores de serviços de limpeza e conservação, trabalhadores de serviços de manutenção de áreas verdes e de logradouros públicos, auxiliares de serviços gerais de escritório, empregados não especializados do comércio, da indústria e de serviços administrativos, cumins, barboys, lavadeiros, ascensoristas, trabalhadores de movimentação e manipulação de mercadorias e materiais e trabalhadores não especializados de minas e pedreiras


Piso Salarial de R$ 920,00 para algumas categorias profissionais em São Paulo para 2015: operadores de máquinas e implementos agrícolas e florestais, de máquinas da construção civil, de mineração e de cortar e lavrar madeira, classificadores de correspondência e carteiros, tintureiros, barbeiros, cabeleireiros, manicures e pedicures, dedetizadores, vendedores, trabalhadores de costura e estofadores, pedreiros, trabalhadores de preparação de alimentos e bebidas, de fabricação e confecção de papel e papelão, trabalhadores em serviços de proteção e segurança pessoal e patrimonial, trabalhadores de serviços de turismo e hospedagem, garçons, cobradores de transportes coletivos, barmen, pintores, encanadores, soldadores, chapeadores, montadores de estruturas metálicas, vidreiros e ceramistas, fiandeiros, tecelões, tingidores, trabalhadores de curtimento, joalheiros, ourives, operadores de máquinas de escritório, datilógrafos, digitadores, telefonistas, operadores de telefone e de “telemarketing”, atendentes e comissários de serviços de transporte de passageiros, trabalhadores de redes de energia e de telecomunicações, mestres e contramestres, marceneiros, trabalhadores em usinagem de metais, ajustadores mecânicos, montadores de máquinas, operadores de instalações de processamento químico, supervisores de produção e manutenção industrial, administradores agropecuários e florestais, trabalhadores de serviços de higiene e saúde, chefes de serviços de transportes e de comunicações, supervisores de compras e de vendas, agentes técnicos em vendas e representantes comerciais, operadores de estação de rádio e de estação de televisão, de equipamentos de sonorização e de projeção cinematográfica.

Convenção Coletiva garante direitos do motociclista profissional.


Clique aqui e veja resumo da Convenção Coletiva 2015/2017 fechada entre SindimotoSP e Sedersp com homologação do Ministério do Trabalho e Emprego

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