segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Não fujo da luta

Nesse momento turbulento em que o motofrete está passando, vejo, mais do que nunca, como existem nesse meio falsos protetores e defensores dos motofretistas.

Muitos saem em defesa dos profissionais em meios de comunicação, revistas, associações de motociclistas etc, não concordando com isso ou aquilo e o pior: sempre com uma solução milagrosa. Porém, quando é para dar “literalmente falando” a cara para bater, fogem para cidades do interior, para dentro de revistas, sites e afins ou escondem-se atrás de pessoas que, por dinheiro, querem apenas o sangue e suor do motofretista.




Tenho participado de todas as reuniões com governos municipais, estaduais e federais para solucionar os problemas do motofrete, como na última semana em que estava com o Detran e a Polícia Militar explicando as dificuldades da categoria, quando iniciou-se tumulto na Rua Boa Vista, centro de SP.

Pedi licença ao grupo e desci para acalmar e explicar aos companheiros que estávamos conseguindo mais uma vez adiar a fiscalização. Vejam, não fiquei atrás de uma escrivaninha ou de conta bancária, ou de computador, ou de revistas, ou políticos ou falsos apoios e sei lá mais o que, pelo contrário, fui dar satisfação para categoria que defendo, de verdade.Não me omiti e nem me escondi como muitos tem feito.

Portanto, companheiros, mando um aviso: continuem contando comigo e minha equipe. Vejam nosso trabalho que fala por si mesmo. Não se iludam ou caiam nas conversas fiadas que andam escutando.

Estamos de fato, num momento difícil, mas vamos vencer... acreditem!

Gil

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