segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Carta ao Povo de São Paulo

Motoboys exigem o cumprimento da Lei!


Os motoboys não querem e não vão parar a cidade. O que pode parar São Paulo é a falta de condições para os motoboys cumprirem a Lei. Somos parceiros da cidade e sabemos de nossa responsabilidade para atender diariamente mais de 2 milhões e 500 mil usuários, que necessitam dos serviços dos motoboys (são hospitais, farmácias, aposentados, comércio em geral, TVs, jornais, rádio e revistas, repartições públicas, bancos e a classe média, entre outros).

Os 220 mil trabalhadores em motofrete da cidade de São Paulo querem trabalhar com segurança e respeito à Lei. Neste momento, não é possível nem uma coisa e nem outra.

A Lei Federal nº 12.009/2009 fixou regras que a categoria reconhece e apoia, obrigando a utilização de equipamentos de proteção e a realização de curso específico para a condução segura.

O SINDIMOTOSP vem alertando oficialmente, desde 2009, que a Lei não daria para ser cumprida, porque os órgãos públicos responsáveis, como o Conselho Nacional de Trânsito – CONTRAN e DENATRAN, não se preocuparam em oferecer os meios necessários para o cumprimento da legislação.

Nesta terça-feira, dia 5, a União Geral dos Trabalhadores – UGT e o Sindicato dos Trabalhadores em Motofrete de São Paulo – SINDIMOTOSP, terão audiência com o Ministro Gilberto Carvalho, Secretário Geral da Presidência da República, com quem será discutida e anunciada uma solução definitiva para os problemas.

Os motoboys e seus familiares pedem a compreensão e o apoio da sociedade, pelo direito de continuar trabalhando e servindo a todos com segurança e responsabilidade.

São Paulo, 4 de fevereiro de 2013

Ricardo Patah                                                            Gilberto de Almeida (GIL)
Presidente da UGT                                                Presidente do SINDMOTOSP

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