segunda-feira, 25 de maio de 2020

Importância dos motoboys na crise do coronavírus foi destaque no Programa Resenha Trabalhista


Além disso, a live mostrou que é consenso entre à categoria necessidade de reconhecimento e melhores condições de trabalho.

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sexta-feira, 22 de maio de 2020

SindimotoSP e motoboys de SP participam de live no Programa Resenha Trabalhista dia 23/5 (SÁBADO) às 19hs



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Dentre os trabalhadores que estão salvando vidas na pandemia estão, sem a menor dúvida, os entregadores, que, na sua grande maioria, exercem seu trabalho por intermédio de aplicativos. Eles, como os demais, saíram de uma condição de invisibilidade para o reconhecimento público de sua essencialidade.

Mas será que esse reconhecimento da importância do trabalho exercido pelos entregadores representou melhora efetiva em suas vidas e nas suas condições de trabalho? Será que passaram, de fato, a ser vistos e tratados como cidadãos, portadores de direitos e dignidade? Em que condições os entregadores estão trabalhando? Quanto ganham? Quantas horas trabalham? Que dificuldades, sofrimentos físicos e mentais, além de assédios, experimentam?

Essas e outras perguntas serão respondidas pelos participantes no programa Resenha Trabalhista, que terá como tema “Pedido virtual, entrega concreta: a realidade do trabalhado dos entregadores” e mediação de Jorge Souto Maior - Professor livre-docente de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo; coordenador do Grupo de Pesquisa Trabalho e Capital – GPTC; membro da Rede Nacional de Grupos de Pesquisa em Direito do Trabalho e da Seguridade Social – RENAPEDTS; e Juiz do Trabalho titular da 3ª Vara do Trabalho de Jundiaí/SP. 

SERVIÇO

DIA 23/05/2020 (SÀBADO) às 19h com transmissão via youtube e facebook nos endereços abaixo:


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quarta-feira, 20 de maio de 2020

Honda disponibiliza para motociclistas cursos online GRÁTIS de pilotagem segura


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terça-feira, 19 de maio de 2020

Março de 2020 registrou aumento de 85,7 % de mortes de motoboys na capital e estado de SP



Dados do Infosiga mostraram assustador aumento de mortes de motoboys no local dos acidentes na capital paulista. Em março de 2020 foram 39 óbitos contra 21 no mesmo mês de 2019. Somando todas as ocorrências no estado de São Paulo, também houve crescimento nos números das mortes saltando de 161 (2019) para 171 (2020), resultando aumento de 6,2%.

O absurdo aumento pode estar relacionado ao início do isolamento social, devido a pandemia do coronavírus que aumentou a procura da população por entregas feitas em casa, o que deflagrou centenas de contratações de trabalhadores não preparados para o trânsito ainda caótico, por empresas de aplicativos para suprir à demanda das entregas.

Esse "inchaço" de trabalhadores nas empresas de aplicativos proporcionou a elas a oportunidade de diminuição do valor da corrida repassado ao trabalhador motociclista, o que resultou nele ter que se colocar em maior risco devido a jornadas ininterruptas, de segunda a segunda-feira, dia ou noite, debaixo de sol ou chuva, para aumentar o salário.

Isso foi péssimo para o segmento de motofrete já que motociclistas convencionais e os motoboys contratados via CLT estavam em casa. Pior ainda para os familiares dos trabalhadores que morreram, que se viram descobertos e abandonados pelas empresas de aplicativos justamente num momento de crise como o que passa o país.

Abaixo, resumo dos dados fornecidos pelo Infosiga.


"Reforma Trabalhista no Brasil: Promessas e Realidade" mostra a real do que aconteceu com os trabalhadores no país


Entre alguns argumentos estão:
  1. Desemprego sem alterações relevantes desde novembro de 2017.
  2. Queda dos rendimentos do trabalho e da polarização das jornadas tem relação com a ampliação dos trabalhadores contratados por “aplicativos”. 
  3. Restringiu acesso à justiça pelos trabalhadores, e, por conseguinte, reduziu a efetividade dos direitos trabalhistas previstos.
  4. Contribuiu para a redução da formalidade ao incentivar a substituição de empregos formais por informais e ilegais.
  5. Precarização das relações trabalhistas.
  6. Diminuiu remuneração dos trabalhadores.
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